Objetivo: ao final, o consultor conhece as alavancas de administração da organização, sabe o que faz sentido colocar em managed policy, e sabe quem aprova plugin e servidor MCP.
CLAUDE.md de managed policy está sempre carregado e nenhum consultor consegue excluí-lo — mas continua sendo guia, não garantia. Para o que não pode acontecer, o instrumento é hook em managed settings.| Alavanca | O que controla | Onde aparece no curso |
|---|---|---|
| Usuários e assentos | Quem tem acesso, em que plano | Licenciamento (workstream separado) |
| Plano | Team ou Enterprise; o que está disponível | Cowork, Projects compartilhados, conectores de organização, SSO exigem Team ou Enterprise |
| Conectores | Quais conectores gerenciados existem para a organização | Módulo 1.6 — Faixa 1 do catálogo |
| Code Review | Habilitação e repositórios incluídos | Aula 3.5.4 |
| Políticas | Managed policy CLAUDE.md e managed settings |
Esta aula |
Managed policy CLAUDE.md |
Managed settings | |
|---|---|---|
| Natureza | Texto — guia | Configuração — enforcement |
| Consultor consegue excluir? | Não | Não |
| Garante o comportamento? | Não — compete por atenção | Sim — é código ou regra do cliente |
| Use para | Política, convenção, contexto que orienta decisão | Hook que barra, negação de leitura de arquivo, allowlist |
Isto é a aula 2.3.1 aplicada em escala organizacional. Uma regra crítica escrita apenas em managed policy é uma regra que a Wayon acredita ter garantido e não garantiu. O par correto é: a regra em managed policy explica por que, e o hook em managed settings garante que.
| Vai | Não vai |
|---|---|
| Política de dados de cliente (Decisão 1) | Preferência pessoal de formato de resposta |
| Convenção corporativa de nomenclatura | Nome de transação de um cliente específico |
| Alçada e matriz de ambiente (Decisão 2) | Regra que a squad ainda está testando |
| Obrigação de anonimizar antes de análise | Detalhe de processo de uma fase |
O critério: vale para toda a Wayon, em todo cliente, e não deveria depender de alguém lembrar. Se falha em qualquer um dos três, o lugar é outra camada (aula 2.3.2).
E há um custo real: mudar managed policy é ato administrativo. Regra que muda toda semana ali dentro cria fila no admin e desatualiza sem ninguém notar.
É o que dá utilidade ao modo Don't ask (aula 2.5.3): a lista de ferramentas pré-aprovadas mora na configuração da organização, e tudo fora dela é negado automaticamente, sem travar a execução esperando aprovação.
Para job agendado e CI, essa é a combinação que funciona: allowlist mínima + Don't ask. O pipeline segue; o que não foi previsto é negado, não pendurado.
| Etapa | Quem | O que faz |
|---|---|---|
| 1 | Consultor | Abre o pedido, com o checklist da aula 3.1.5 preenchido |
| 2 | Arquiteto | Avalia escopo técnico e ambiente (DEV? QAS? PRD?) |
| 3 | Admin | Habilita e registra |
| 4 | Cliente | Autorização por escrito, anexada ao pedido |
| 5 | Revisão na virada de fase | Confirma se ainda faz sentido |
Nenhuma é dispensável. E a leitura que importa: o admin habilita o que é pedido — ele é o registro, não a barreira. Reconhecer o que é Faixa 3 e não pedir é trabalho do consultor (aula 3.1.5).
Regra Wayon Toda regra que a Wayon considera crítica existe em dois lugares: managed policy (explicando por quê) e managed settings (garantindo que). Regra crítica só em managed policy é garantia aparente. São três, e só três: política de dados, matriz de ambiente e proibição de bypass em máquina com dado de cliente. O critério: é crítica a regra cuja violação a Wayon precisaria reportar a um cliente. Dono: o setup do ambiente padrão —
CLAUDE.mdda casa e hooks de managed settings — é do Geovani (geovani@nkodeai.com), engenheiro de AI da NkodeAI. Hook se testa na instância SAP da Wayon antes de entrar em managed settings.
📖 As quatro camadas do CLAUDE.md — módulo 2.3.2 · Don't ask e bypass — módulo 2.5.3
CLAUDE.md de managed policy resolve?Correto. É a aula 2.3.1 em escala organizacional: ninguém apaga, e ainda assim compete por atenção.
Não pode ser excluído pelo consultor, o que é diferente de não poder ser ignorado pelo modelo.
Ênfase ajuda marginalmente (aula 2.3.4) e não transforma guia em garantia.
É particularidade de um cliente e de uma fase — pertence à camada de projeto.
Preferência pessoal de formato — pertence à camada de usuário.
Correto: vale para toda a Wayon, em todo cliente, e não deveria depender de alguém lembrar.
Não é um filtro de interface; é o que determina o que executa sem aprovação.
Correto — a lista de pré-aprovadas é o que permite ao pipeline seguir em vez de pendurar (aula 2.5.3).
Atribuição de consumo é o /usage (aula 3.9.2), não a allowlist.
Essa é a etapa do arquiteto; o admin entra depois.
O admin habilita o que é pedido — a triagem começa no consultor, que precisa reconhecer o que é Faixa 3 e não pedir.
Correto. O admin é o registro do fluxo, não o filtro dele.